Um adolescente de 17 anos foi apreendido na noite de sábado (17), após fugir de uma viatura da Guarda Civil Municipal (GCM) e cair de motocicleta com um passageiro em Santa Bárbara d’Oeste. A ocorrência foi registrada como ato infracional análogo ao crime de dirigir sem permissão ou habilitação, previsto no artigo 309 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
De acordo com o boletim de ocorrência, os agentes realizavam patrulhamento pelo bairro Sam Marino quando avistaram dois ocupantes em uma Honda CG 160 Fan azul. Segundo o registro, eles realizavam manobras de malabarismo, empinando a motocicleta nas proximidades de um estabelecimento comercial.
Os guardas acionaram os sinais sonoros e luminosos da viatura para determinar a parada do veículo. O condutor, porém, acelerou e tentou fugir.
Fuga terminou com queda no Planalto do Sol II
A ocorrência terminou por volta das 23h05, no cruzamento da Avenida Charles Keese Dodson com a Avenida Pastor Jesus Nascimento Santos, no bairro Planalto do Sol II.
Conforme o boletim, o adolescente perdeu o controle da motocicleta e caiu ao solo junto com o garupa. Os dois foram abordados pelos agentes da Guarda Civil Municipal.
Não houve registro de feridos, segundo o documento policial.
Adolescente disse que pegou a moto sem autorização
Questionado pelos guardas, o jovem afirmou que a motocicleta pertencia a uma tia e que havia pegado o veículo sem autorização enquanto ela estava viajando.
Ainda segundo o boletim de ocorrência, a moto estava com o licenciamento vencido e sem seguro. O veículo foi removido ao pátio de Santa Bárbara d’Oeste.
Caso foi encaminhado à Justiça
Após a abordagem, o adolescente foi levado ao plantão da Delegacia de Polícia, acompanhado de um representante.
A ocorrência foi comunicada às 23h56 de sábado (17), e o boletim foi emitido à 0h50 de domingo (18), conforme o registro policial.
Como não houve prisão em flagrante, o jovem foi entregue ao curador após a ciência do Termo de Compromisso e Responsabilidade.
O caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude e à Fundação Casa, responsáveis pelos encaminhamentos relacionados às medidas cabíveis.
O boletim aponta a coletividade como vítima do ato infracional registrado.











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