O número de casos de mpox no estado de São Paulo apresentou queda significativa em 2026. Dados divulgados pela Secretaria Estadual da Saúde indicam redução de cerca de 60% nas confirmações da doença quando comparadas ao mesmo período do ano anterior. Apesar da diminuição, municípios da região de Campinas continuam registrando ocorrências.
De acordo com o levantamento mais recente das autoridades sanitárias, o estado contabiliza pouco mais de 50 casos confirmados neste início de ano. Em 2025, nos dois primeiros meses, haviam sido registrados 126 diagnósticos da doença, número bem superior ao atual. Até o momento, não há registro de mortes relacionadas à infecção em 2026.
Na área do Departamento Regional de Saúde de Campinas (DRS-7), cinco casos foram confirmados. Os registros envolvem moradores de cidades como Campinas, Sumaré, Paulínia, Hortolândia e Várzea Paulista. Todos os pacientes receberam acompanhamento médico e evoluíram de forma satisfatória, sem agravamentos.
A mpox é uma infecção viral que pode ser transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, secreções corporais ou objetos contaminados. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dor de cabeça, inchaço dos gânglios linfáticos e erupções cutâneas que podem aparecer em diferentes partes do corpo.
Especialistas reforçam que, apesar da queda no número de casos, o monitoramento permanece ativo em todo o estado. As autoridades de saúde orientam a população a procurar atendimento médico ao apresentar sintomas suspeitos e a adotar medidas preventivas, como higiene frequente das mãos, evitar compartilhar objetos pessoais e evitar contato próximo com pessoas que apresentem lesões na pele.
O cenário atual indica maior controle da doença em relação ao ano passado, mas o acompanhamento epidemiológico segue sendo considerado essencial para evitar novos surtos.











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