Professores do Sesi declararam estado de greve e iniciaram mobilizações em unidades de Americana e Santa Bárbara d’Oeste, após impasse nas negociações salariais com a instituição.
A decisão foi tomada depois que a categoria rejeitou a proposta de reajuste apresentada, de 3,86%, que inclui reposição inflacionária e ganho real. Os docentes reivindicam aumento de 5%, além da retomada de discussões sobre plano de carreira e melhores condições de trabalho.
O movimento envolve professores representados por sindicatos ligados à Fepesp, incluindo o Sinpro Campinas, que atua na região.
Entre as principais demandas estão a redução da sobrecarga de trabalho, melhorias nas condições de saúde dos profissionais e ampliação do quadro de docentes, especialmente para atender demandas da educação inclusiva.
Em nota, o Sesi informou que mantém diálogo com a categoria e destacou que a proposta inclui recomposição integral da inflação, aumento real e reajustes em benefícios.
O estado de greve não implica paralisação imediata, mas indica que os professores podem interromper as atividades caso não haja avanço nas negociações. A medida funciona como forma de pressão para retomada do diálogo e revisão das propostas.
Na região, o movimento pode impactar milhares de alunos, com estimativa de cerca de 8,4 mil estudantes atendidos pelas unidades e aproximadamente 300 professores envolvidos.
A mobilização aumenta a tensão entre docentes e a instituição e pode evoluir para uma greve efetiva nos próximos dias, caso não haja acordo.











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