O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) rejeitou os pedidos de prisão domiciliar e de indulto humanitário apresentados pela defesa de Wilson Braga de Souza, o motorista condenado por atropelar pessoas em um acidente que resultou na morte do pastor Jhonnathan Richer Guimarães, em Santa Bárbara d’Oeste. Com a decisão, Wilson continuará a cumprir pena no regime semiaberto.
Wilson, de 59 anos, foi condenado a oito anos de prisão por homicídio na direção de veículo automotor e por lesões corporais provocadas no mesmo acidente, ocorrido em 30 de dezembro de 2020. A sentença transitou em julgado em abril de 2025, e o cumprimento da pena começou dois meses depois em uma unidade prisional de Porto Feliz (SP).

O caso ganhou repercussão após a caminhonete conduzida por Wilson perder o controle e atingir pessoas sentadas em mesas externas de uma pastelaria no bairro Mollon. Entre as vítimas estava o pastor Jhonnathan, de 28 anos, que não resistiu aos ferimentos e faleceu. Outras seis pessoas foram atropeladas, com duas representando criminalmente contra o motorista por lesão corporal.
Durante o episódio, o condutor ainda colidiu com um carro e uma motocicleta antes de entrar no estabelecimento. À época, ele afirmou ter sofrido um “apagão” enquanto dirigia e negou consumo de álcool no momento do acidente, embora tenha relatado ter ingerido duas latas de cerveja horas antes.
Após a negativa do pedido de prisão domiciliar, a defesa informou que irá recorrer da decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo.











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