O filme “Michael”, cinebiografia inspirada na trajetória de Michael Jackson, se tornou um dos maiores fenômenos do cinema em 2026 ao registrar a maior estreia da história entre produções biográficas. O longa arrecadou cerca de US$ 217 milhões em bilheteria mundial no primeiro fim de semana em cartaz, superando sucessos como “Bohemian Rhapsody” e “Oppenheimer”.
No Brasil, o desempenho também chamou atenção. Segundo dados divulgados pela Comscore, o filme levou aproximadamente 1,7 milhão de pessoas aos cinemas e arrecadou mais de R$ 40 milhões logo na estreia, consolidando a maior abertura do ano no país até o momento.
Dirigido por Antoine Fuqua, conhecido por produções como “Dia de Treinamento” e “O Protetor”, o longa acompanha a trajetória de Michael Jackson desde os tempos do grupo Jackson 5 até sua ascensão como um dos maiores artistas da história da música mundial. O papel principal é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, que recebeu elogios do público pela semelhança física e pelas performances no palco.
Além de Jaafar, o elenco reúne nomes como Colman Domingo, Nia Long, Laura Harrier e Miles Teller. O filme também aborda a relação familiar do astro, especialmente os conflitos com o pai, Joe Jackson, além de momentos marcantes da carreira musical do cantor.
Nas redes sociais e fóruns de cinema, o longa divide opiniões. Enquanto muitos espectadores elogiam as cenas musicais, a recriação dos shows e a atuação do elenco, parte do público critica a falta de aprofundamento em momentos polêmicos da vida do artista.
Mesmo diante das críticas, “Michael” segue como um dos maiores sucessos comerciais do ano e reforça a força do legado de Michael Jackson no entretenimento mundial.










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